CURRICULAR STRUCTURES AND MEDICAL TRAINING

ANALYSIS OF THE OFFER OF MENTAL HEALTH DISCIPLINES IN EDUCATIONAL INSTITUTIONS IN MINAS GERAIS

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5752/P.2236-0603.2026v13n25p31-45

Keywords:

Medical Education, Mental Health, Curriculum Evaluation, Medical Schools, Humanized Training

Abstract

The Brazilian National Curricular Guidelines (DCNs) for medical education provide general directives for training future physicians but do not mandate the inclusion of specific mental health disciplines. This autonomy allows Higher Education Institutions (HEIs) to decide how and whether to incorporate mental health topics, which may lead to significant gaps in professional training. This article presents a mixed-method, cross-sectional analysis of mental health-related content in medical school curricula across institutions in Minas Gerais, Brazil. A total of 43 curricula retrieved from institutional websites were examined, of which 42 included mental health content. In addition, 61 syllabi from 28 institutions were analyzed, focusing on course load, mandatory or elective status, timing of integration, and pedagogical approach. The results reveal a predominance of the biomedical model, limited instructional hours, and late inclusion of mental health topics. Interdisciplinary or integrative components were rare. Many programs overlook psychosocial dimensions, emphasizing clinical and psychodynamic frameworks. Although most HEIs offer some mental health instruction, there is a lack of a structured, contextualized, and integrated curricular approach. These deficiencies may hinder the preparedness of medical professionals to address current mental health challenges, underscoring the need for curricular reforms aligned with the principles of Brazil’s Unified Health System (SUS) and a humanistic approach to medical education.

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Published

2026-02-23